Posts :

suporteoos

Google Meet agora permitirá que você tenha até 25 co-anfitriões 900 556 suporteoos

Google Meet agora permitirá que você tenha até 25 co-anfitriões

O Google agora oferece a capacidade de ter co-apresentadores de seus clientes do Google Workspace for Education para usuários regulares do Google Meet.

Se você está realizando uma grande reunião on-line e pode precisar de um pouco de ajuda para gerenciar a multidão.

O Google agora oferece a capacidade de ter co-apresentadores de seus clientes do Google Workspace for Education para usuários regulares do Google Meet.

Isso significa que os hosts agora podem ter até 25 co-hosts para ajudar em tarefas como silenciar usuários, postar enquetes, admitir participantes, gerenciar perguntas e respostas e muito mais, enquanto o apresentador se concentra em sua apresentação.

O Google também está introduzindo uma série de outros recursos.

Os hosts agora podem limitar quem pode compartilhar sua tela, quem pode enviar mensagens de bate-papo, silenciar tudo com um clique, encerrar a reunião para todos e controlar quem pode participar da reunião e como eles podem participar com a configuração de “acesso rápido”, que permite que os participantes no mesmo domínio entrem automaticamente.

O Google também introduziu o painel Pessoas , que adiciona pesquisa para ajudar os hosts a encontrar participantes e usar suas ferramentas de moderação, se necessário.

Os novos recursos começarão a ser lançados na próxima semana para web e Android e chegarão ao iOS na próxima semana.

via Engadget

90% dos funcionários em home office cometem erros de segurança 900 556 suporteoos

90% dos funcionários em home office cometem erros de segurança

No home office, funcionários tendem a superestimar seu conhecimento em cibersegurança e 90% cometem erros graves sem conhecimento, segundo um novo levantamento da Kaspersky, empresa internacional de cibersegurança.

Para chegar a este resultado, alunos de um curso de segurança para home office foram analisados através de uma metodologia de aprendizagem adaptativa. Isso significa que, além de responderem perguntas sobre segurança no trabalho remoto, eles também deveriam avaliar seu nível de confiança nas respostas.

Deficiência em cibersegurança básica

A maioria dos alunos que deram uma resposta incorreta falaram frases como “Eu sei a resposta” ou “Eu acho que sei a resposta” durante a autoavaliação. Esse dado indica que equipes de trabalho remoto tendem a superestimar seu conhecimento em cibersegurança básica.

Esse comportamento esteve presente em diversas situações, mas três se destacaram: na utilização de máquinas virtuais e atualizações de software, além do uso de dispositivos corporativos, mesmo ao trabalhar fora do escritório.

Quando questionados se devem usar computadores e serviços corporativos ao trabalhar em casa, 52% dos participantes responderam de forma incorreta e, dentro deste grupo, 88% estavam convictos de sua resposta. Nas perguntas sobre como instalar atualizações de software, foi identificada quase a mesma proporção de erros (50%).

Inconsciente

No tema “máquinas virtuais”, 60% das respostas estavam erradas, e 90% dos participantes se enquadraram na categoria de “incompetência inconsciente”, ou seja, eles estavam confiantes de que escolheram a opção correta. Para o chefe da Kapersky Academy, Denis Barinov, este é um dos problemas mais difíceis de identificar e resolver.

“Se os funcionários não entendem o perigo de ações arriscadas, como guardar documentos sigilosos em armazenamentos pessoais, é pouco provável que peçam ajuda dos departamentos de TI ou de segurança. Desse ponto de vista, é difícil mudar esse comportamento, pois a pessoa tem um hábito consolidado e pode não reconhecer os riscos associados”, afirmou Barinov.

fonte: TecMundo

iFood adiciona Bitcoin como opção de pagamento com desconto 900 556 suporteoos

iFood adiciona Bitcoin como opção de pagamento com desconto

Comprar comida e vinhos com criptomoedas ficou mais fácil. A carteira de criptomoedas brasileira Bitfy fechou uma parceria com as empresa Evino e iFood.

Através da parceria, os usuários da Bitfy poderão usar Bitcoins para comprar vale-presentes que poderão ser utilizados nas duas empresas. A informação foi divulgada pela Bitfy por meio de um comunicado enviado ao CriptoFácil.

Compras com Bitcoin darão desconto

O CEO da Bitfy, Lucas Schoch, falou sobre a parceria:

“Hoje mais do que nunca os aplicativos de delivery estão presentes do dia a dia das pessoas. Parcerias como essa mostram que estamos seguindo com nossa missão de permitir que os bitcoins sejam usados em qualquer transação, tudo isso com segurança e praticidade.”

Além da facilidade de uso, quem fizer compras com Bitcoin ainda terá desconto. Serão concedidos 4% de desconto em todos os pedidos no iFood. Já na Evino, o desconto será de 6%.

As duas empresas comentaram a parceria. A Evino destacou que a medida visa ajudar a disseminar as criptomoedas como meios de pagamento no Brasil.

“Sabemos que pagamentos por meios de Bitcoins ainda têm uma penetração muito limitada no Brasil. Ainda são poucos são os estabelecimentos, e-commerces e apps de delivery que permitem transações por meio de moedas digitais. A parceria com a Bitfy foi a maneira que encontramos de acelerar o uso destas moedas para a compra de vinhos”, afirma Ari Gorenstein, co-CEO da Evino.

Paula Rabelo, chefe da iFood Empresas, completou com sua declaração:

“Por meio da Bifty, o usuário pode converter suas moedas digitais em saldos na carteira do iFood e ter uma experiência completa dentro do app. Ele pode utilizar este saldo para qualquer compra de delivery em mais de 212 mil restaurantes e mercados em mais de mil cidades.”

A opção de compra já está liberada no aplicativo da Bitfy. Basta atualizar a carteira ou baixá-la, com disponibilizada para dispositivos Android e iOS.

Pesquisa revela que profissionais desejam voltar aos escritórios em regime híbrido 900 556 suporteoos

Pesquisa revela que profissionais desejam voltar aos escritórios em regime híbrido

O levantamento Diagnóstico do trabalho em Home Office, realizado pela Unentel, mostra que a maioria (78,5%) dos entrevistados não deseja um regime 100% remoto após a pandemia

Uma pesquisa realizada pela Unentel com colaboradores de grandes empresas brasileiras e multinacionais mostra que o home office agradou 81,3% dos entrevistados. De acordo com os resultados, 67% adotou o trabalho remoto em período integral desde os primeiros meses de pandemia, enquanto 26% incorporou parcialmente a nova dinâmica. Contudo, apesar da ótima recepção, a maioria atesta que deseja voltar ao escritório e recusa a possibilidade de trabalhar à distância em tempo integral após o fim do isolamento social.

Segundo o estudo, 60,8% dos funcionários desejam incorporar o home office parcialmente após a pandemia – equilibrando parte da agenda de trabalho no escritório e a outra parte em casa. Existe também a parcela que deseja voltar ao ambiente de trabalho corporativo em regime integral assim que permitido (17,7%). Ou seja, para 78,5% ainda não é o fim dos ambientes formais de trabalho. Mesmo assim, 21,5% afirma que a experiência durante os últimos meses foi tão positiva que escolheriam se manter integralmente à distância.

Os resultados esclarecem algumas dúvidas sobre a recepção do home office no mercado corporativo: para 63,8% trabalhar em casa não atrapalha o convívio familiar, tampouco influencia negativamente no desempenho profissional – inclusive, 52,7% se sentiram mais produtivos e 38% não perceberam nenhuma diferença. Outra questão também abordada foi a conexão com os valores da empresa. De acordo com a pesquisa, 85,3% afirmou que continuam muito comprometidos com a cultura e os valores das respectivas companhias.

Assim, observa-se que o retorno ao escritório (em regime parcial) não é motivado por uma experiência negativa com o home office. O trabalho remoto se mostrou efetivo, mas possivelmente a praticidade de falar pessoalmente e também a convivência social com os colegas são fatores positivos que podem ter influenciado o desejo pelo regime de trabalho híbrido. A consolidação de dados realizada pela Unentel ainda aponta como a tecnologia colaborou para o sucesso da carga horária à distância: 75,2% responderam que utilizaram ferramentas de trabalho específicas como soluções de videoconferência, headsets e softwares de virtualização.

No entanto, ainda existem algumas lacunas que precisam ser mais bem administradas. Por exemplo, 23,2% dos colaboradores entrevistados afirmaram que sentiram falta de soluções e ferramentas específicas para o trabalho em casa. Com isso, é possível pensar que os equipamentos disponibilizados pelas empresas – como smartphones (61%) e notebooks (84%) – não sejam suficientes. Sobretudo para a adoção de um regime híbrido efetivo, a oferta de headsets com cancelamento de ruído, webcams, barras de vídeo, softwares de virtualização e gestão, serão necessidades reais para o sucesso do novo normal do mercado corporativo. Ainda assim, os dados colhidos pela Unentel indicam que o home office é uma prática funcional e realizável para o futuro.

A pesquisa foi realizada pela Unentel entre 20 de julho a 10 de agosto e entrevistou 130 pessoas online, em todas as regiões do Brasil.

Em nova atualização, Kali Linux traz pacote que permite execução com Interface Gráfica dentro do Windows. 900 556 suporteoos

Em nova atualização, Kali Linux traz pacote que permite execução com Interface Gráfica dentro do Windows.

Além de fornecer benefícios de desempenho, o WSL2 também permite a inicialização de executáveis do Windows diretamente de uma distribuição do WSL Linux instalada.

A distribuição Kali Linux agora pode rodar no Windows 10 com um ambiente gráfico completo, e recebe o nome de Windows + Kali Desktop EXperience.

Contudo, quando o subsistema do Windows para Linux foi lançado pela primeira vez, ele utilizava um kernel compatível com Linux que traduzia chamadas de sistema Linux em chamadas de sistema que podiam ser executadas pelo kernel do Windows.

Windows + Kali Desktop EXperience

A primeira versão do Windows Subsystem for Linux (WSL) traduz chamadas de sistema para Linux em chamadas equivalentes para execução pelo kernel do Windows. Devido à isso, foi possível acontecer a “união” entre os dois ecossistemas.

Entretanto, apesar disso, a versão original do WSL é muito limitada. Pensando nisso, a Microsoft desenvolveu o Windows Subsystem for Linux 2 (WSL 2) com uma abordagem diferente.

Além de fornecer compatibilidade e benefícios de desempenho, o WSL2 também permite a inicialização de executáveis ​​do Windows diretamente de uma distribuição do WSL Linux instalada.

Além disso, também traz suporte a aceleração por GPU o WSL 2. Tal função pode ser útil para aplicações de inteligência artificial, por exemplo.

O WSL 2 é liberado com a atualização de maio para o Windows 10, e é baseado nas tecnologias da arquitetura de virtualização Hyper-V, o que implica em alta integração com a plataforma da Microsoft e desempenho otimizado.

Esta semana o Kali Linux chegou à versão 2020.3. A versão possui um pacote chamado Win-Kex (Windows + Kali Desktop EXperience), que permite a execução da distribuição com o ambiente de desktop Xfce no WSL 2.

Requisitos do Kali Linux no Windows 10

Entretanto, para ter acesso ao Kali Linux no Windows 10 é preciso executar algumas linhas de comando para instalar a distribuição.

Portanto, antes disso, é necessário providenciar o Windows Subsystem for Linux 2, caso ele ainda não esteja instalado (para isso, é necessário ter o Windows 10 versão 2004 — a atualização de maio em si — ou superior para isso).

O Kali Linux no Windows 10 pode ser útil para testes de aplicativos ou desenvolvimento de serviços web.

Contudo, não é recomendado aos usuários iniciantes essa distribuição, apesar disso, o Win-Kex também pode ser usado para quem quer experimentar o Linux.

TikTok utilizou prática vetada no Android para coletar dados de usuários 900 556 suporteoos

TikTok utilizou prática vetada no Android para coletar dados de usuários

Aplicativo utilizava uma brecha para monitorar endereço MAC dos dispositivos; dado permite individualizar com mais precisão o usuário

Como se não bastassem todos os problemas com o governo dos Estados Unidos, o TikTok agora se envolveu em mais uma questão de privacidade. O app foi pego coletando o endereço MAC dos celulares dos usuários no Android, o que é proibido pelos termos tanto do Google Play.

O endereço MAC é um número identificador de dispositivos conectados a redes. Por serem únicos, eles permitem vinculá-los a algum usuário específico, permitindo formas mais direcionadas e invasivas de publicidade ou até mesmo outros usos mais escusos.

Como relata o Wall Street Journal, um estudo descobriu que cerca de 350 aplicativos driblaram as restrições implementadas por Apple e Google por meio de uma brecha nas regras, que faziam uso da informação para fins publicitários. Entre eles estava o TikTok, que teria interrompido a prática em novembro do ano passado, diante do aumento da pressão do governo dos Estados Unidos.

A notícia coloca ainda mais dúvidas sobre a lisura do TikTok, acusado por Donald Trump de coletar informações de usuários para repassá-las ao governo chinês, permitindo classificar o app como uma ameaça à soberania nacional.

O TikTok costuma se defender afirmando que não vai além do que faz um aplicativo social concorrente, como Facebook e Instagram. No entanto, a coleta do endereço MAC é uma prática que vai além do padrão do mercado, que já é bem marcado por atuar no limite da invasão de privacidade.

Com as dúvidas sobre o TikTok se agravando nos Estados Unidos, Trump já assinou uma ordem executiva que efetivamente deve banir o aplicativo no país a partir de 20 de setembro. A alternativa será a sua aquisição por uma empresa americana, que poderá responder pela coleta de dados no país. Até o momento, a Microsoft é a única empresa que fala abertamente sobre a possível fusão, mas ainda há muitas dúvidas sobre a viabilidade da conclusão de um negócio deste tamanho em tão pouco tempo.

A ByteDance, empresa chinesa responsável pelo TikTok, continua manifestando insatisfação contra as exigências do governo americano. A empresa já tentou acionar a Justiça dos Estados Unidos para tentar reverter a decisão, mas não é algo simples.

Esquema de phishing rouba chaves secretas de usuários XRP usando o domínio homoglifo 900 556 suporteoos

Esquema de phishing rouba chaves secretas de usuários XRP usando o domínio homoglifo

Os golpistas roubaram mais de 2.100.000 XRP atraindo as ví­timas com a falsa promessa de uma “grande oferta” da Ripple

Os golpistas estão tentando roubar chaves secretas de usuários de XRP, alertou o especialista em criptomoeda forense Xrplorer ontem. De acordo com um relatório do analista de criptomoeda, o elaborado esquema de phishing atraiu as vítimas sob o falso pretexto de obter tokens gratuitos do Ripple em uma “grande oferta”. O golpe data de 17 de janeiro de 2020 e conseguiu roubar mais de 2.100.000 XRP (US $399.000).

Os golpistas enviaram pequenas quantidades de XRP para vários endereços no razão XRP com mensagens de memorando que diziam: “A partir de 1º de fevereiro de 2020, o Ripple está lançando 3 bilhões de XRP para incentivar os usuários da rede. Obtenha 25% mais XRP adicionado ao saldo da sua conta em apenas alguns minutos.” O link no memorando levou usuários desavisados ​​ao que parecia ser o blog Ripple’s Insights, oferecendo uma oferta promocional.

“Toda a operação de assalto é uma configuração elaborada com mensagens enviadas para contas XRP com base em suas participações, domínios homoglifos, material de marketing falso mas confiável, ferramentas para coletar chaves secretas que também controlam o saldo do XRPL e muito mais”, diz o relatório.

A principal característica do golpe foi o uso de domínios homoglifos para convencer os usuários da legitimidade do site. Um homoglifo é um personagem que pode ser substituído por outro com muito pouca diferença perceptível. Nesse caso, os golpistas usavam um site bem elaborado com a réplica exata de modelos usados ​​no blog original do Ripple Insights para parecer legítimo. Eles também adquiriram um nome de domínio homoglyph “rípple.com” para substituir o original “ripple.com” para garantir que o site falso parecesse real rapidamente.

O relatório aconselhava os usuários a serem diligentes e sempre verificar novamente o nome de domínio em busca de caracteres homoglifos para ajudá-los a identificar um site falso. “Se parece bom demais para ser verdade, provavelmente é. Se você precisar enviar dinheiro para participar, ou pior ainda, enviar as informações da sua conta e chaves secretas, não faça isso”, sugeriu o relatório.

Segundo o Xrplorer, uma nova onda de ataques de phishing surgiu em maio. Agora, os golpistas estão enviando e-mails de spam com links para sites fraudulentos para os interessados ​​em XRP e criptomoeda. O esquema de e-mail destinado aos usuários de criptomoeda ainda está em andamento, alertou o relatório.

Os golpistas conseguiram atrair usuários para novos sites falsos por mais de um mês, afirmou o relatório. Eles também lavaram 1.980.000 XRP principalmente através da troca de serviços ChangeNOW e CoinSwitch. O relatório instou ainda as vítimas a registrar uma queixa com a polícia local.

Provedores Regionais De Internet Ganham Ainda Mais Importância Na Quarentena 900 556 suporteoos

Provedores Regionais De Internet Ganham Ainda Mais Importância Na Quarentena

Os Pequenos E Médios Provedores De Internet Se Desdobram Para Garantir Conexão Para Moradores Em Áreas Rurais E De Maior Vulnerabilidade

Em meio à pandemia do novo coronavírus pelo mundo, a maioria dos estados adotou o fechamento de comércios e outros serviços não-essenciais para conter a disseminação do vírus. Com mais pessoas em casa, a internet se tornou a principal ferramenta para trabalhar, estudar, se comunicar, e até fazer compras de mantimento on-line. Nesse cenário, os pequenos e médios provedores vêm demonstrando seu valor social ao garantir a conexão em zonas urbanas e áreas de vulnerabilidade nas quais as grandes operadoras não chegam.

Mesmo em áreas urbanas, o serviço dos provedores regionais é solicitado, motivado principalmente por mensalidades menores e maior velocidade de banda larga. Atualmente, as empresas de pequeno e médio porte ultrapassaram as grandes operadoras de telecomunicações no Brasil. Pela primeira vez, os 14,1 mil provedores regionais do País detêm 31,5% do mercado de banda larga e representam 73% do total de novos acessos à banda larga.

Organizadora do maior congresso de pequenos e médios provedores de internet do Brasil e responsável por expedições mensais em diferentes capitais do Brasil para a profissionalização do segmento, a EXPOISP analisa que a principal preocupação neste momento é o cuidado com a saúde e proteção das famílias brasileiras e que a garantia de internet é um serviço essencial para permitir com que as pessoas fiquem em casa sem abrir mão dos estudos, do entretenimento e até mesmo de ajuda médica on-line.

Os provedores regionais levam o atendimento a áreas em que as grandes operadoras de internet não conseguem chegar e com mensalidades por um menor custo, que faz toda a diferença para milhões de brasileiros. Com a necessidade de home office, aulas on-line, entretenimento, os provedores regionais estão desempenhando um papel social imprescindível para o fortalecimento da campanha de isolamento social em vigor. E é importante que este momento sirva de aprendizado para mostrar a necessidade de investimento nestes modelos de negócio mesmo após o fim da pandemia.

Cientes da importância que o serviço ganhou nos últimos dias, alguns provedores aumentaram a velocidade de banda-larga gratuitamente para os clientes. Este é o caso da Telecall Brasil que liberou + 1GB de Download e Upload, aumento de capacidade de ligações sem custo adicional. De acordo com o VP de Marketing da empresa, Bruno Kelman Ajuz, a procura por aumento de velocidade, sobretudo por empresas, e a contratação de serviços cresceu nos últimos dias, mas a Telecall também se prepara para um possível aumento do índice de inadimplência motivado pelos reflexos econômicos da pandemia.

“Para as empresas, fomos bastante procurados para aumento de banda para pessoas conectarem remotamente por VPN, nossa telefonia permite que os clientes levem os aparelhos para home office ou mesmo instalem no celular no IOS ou Android. Para as escolas que atendemos ajudamos nos links para ensino a distância. Contudo, houve também pedidos de suspensão de serviços e acredito que teremos um grande aumento de inadimplência”, explica Ajuz.

Para a engenheira Ana Paula Meira, CEO da Meira ISP, que atua na consultoria e projetos de inovação para provedores de serviços de telecomunicações, é importante que a área de telecomunicações se prepare para enfrentar e se adaptar a diante à crise pandêmica, incluindo um novo protocolo de atendimento às residências.

“Hoje, mais do que nunca, as pessoas do Brasil e do mundo se conectam à internet devido a quarentena e busca por informações e, por isso, o nosso compromisso é garantir seu acesso à rede. Contudo, algumas dicas são importantes, como privilegiar os atendimentos virtuais, mas caso a visita seja realmente necessária, ao chegar na residência, o profissional deve solicitar ao cliente o acesso ao banheiro, no qual deverá lavar as mãos e os braços, utilizar máscara, álcool gel e manter distância de 2 metros das pessoas. Com responsabilidade e a participação de todos, conseguiremos vencer a pandemia”, ressalta Meira.

Diante o novo cenário, pequenos e médios provedores, consultores, tomadores de serviço e empresas de tecnologia se preparam para debater os reflexos da pandemia no mercado durante o encontro nacional de provedores regionais, EXPOISP Brasil, que acontecerá de 29 a 31 de julho em Olinda, Pernambuco. O evento que aconteceria em julho, foi reagendado em respeito às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Estudo mostra papel do marketplace na digitalização do comércio no mundo 900 556 suporteoos

Estudo mostra papel do marketplace na digitalização do comércio no mundo

A análise usa como amostra principal a atuação dos marketplaces nos Estados Unidos e Reino Unido

Estudo realizado pela Advinta e a Dealromm.com, divulgado em junho de 2020, mostra como os marketplaces estão se tornando peças-chave na digitalização do comércio em algumas partes do mundo.

A análise usa como amostra principal a atuação dos marketplaces nos Estados Unidos e Reino Unido durante o crítico período de pandemia e isolamento social diante do coronavírus. Além disso, o estudo mostra também como esse cenário impacta os hábitos dos consumidores e seu potencial social com relação à educação, consumo, saúde, cuidados com a casa e trabalho remoto.

“A crise do Covid-19 demonstrou como os serviços e a tecnologia online do consumidor são críticos para muitos aspectos da sociedade e da economia. Estamos entrando em uma nova fase na evolução contínua dos modelos de mercado online”, diz na apresentação do documento.

Crescente digitalização

O documento mostra que, por mais que a digitalização já tenha começado há muitos anos, o período de pandemia foi responsável por acelerar em décadas o avanço de diversas organizações.

Segundo o relatório, o processo de digitalização era mais lento, pois contemplava apenas algumas categorias de vendas. Em abril de 2020, no entanto, o cenário já estava bastante diferente, já que os consumidores passaram a buscar por uma variedade maior de produtos e categorias online.

Nos Estados Unidos e no Reino Unido, os grandes fatores que fizeram as compras online darem tão certo foram conveniência, rapidez, segurança, variedade e suporte após a venda.

A pesquisa estima que o salto do uso tenológico, não só em compras, mas também no âmbito social, pulou o equivalente à uma década em poucos meses.

O estudo defende que as mudanças não se restringem às compras, pois os consumidores passaram a usá-la também em suas vidas pessoais. Além da crescente adoção de aplicativos, setores que antes custavam a se modernizar foram obrigadas a adotar novas medidas, tais como a educação. A variação no uso de aplicativos para tais finalidades pode ser vista na tabela abaixo.

Através da tabela é possível ver como a demanda para áreas de mobilidade sofreram drástica redução devido ao isolamento social. De maneira um pouco mais problemática, os aplicativos de entrega de alimento, embora com demanda crescente, estão enfrentando problemas com investidores, reabastecimento dos restaurantes e qualidade do produto oferecido.

Mudanças estruturais de comportamento

Outra alegação do estudo é que as mudanças no comportamento dos consumidores serão estruturais e não somente temporárias. A pesquisa usou o movimento de estoque das lojas e marketplaces avaliados para segmentar padrões que devem se manter ou mudar com o tempo.

Segmentos como o de mobilidade, que agora enfrentam queda, podem estar entre os que terão maior procura após o fim da pandemia, enquanto a ascensão de compras em marketplaces como a Amazon apontam para uma continuidade mesmo depois deste período.

Alguns setores, ainda, vão experimentar uma retomada lenta e mais drástica com o fim da pandemia, como restaurantes e companhias aéreas.

Compras direcionadas

De acordo com o estudo, as principais compras neste cenário são direcionadas para o ambiente doméstico. Além disso, percebe-se uma movimentação acerca de cuidados com a saúde, alimentação e educação.

Embora a maior parte das compras ainda provenha do ambiente físico, o que o estudo tenta mostrar é o crescimento da penetração do online na vida das pessoas, assim como um esforço do mercado em se adaptar. A oportunidade apontada pelo levantamento é para os setores de atendimento doméstico, educação e saúde, cuja demanda cresce, porém ainda com um baixo respaldo dos marketplaces em acompanhá-las.

Definição de marketplace sendo “esticada”

Desde a sua criação, o modelo de marketplace ganhou novas formas para o consumidor. Além da compra e entrega de produtos físicos, existe no mercado opções deste modelo de negócio que oferecem serviços, produtos digitais e em nichos específicos.

O estudo defende que o modelo de capital de risco possibilitou que grades aportes financeiros fossem feitos para garantir o funcionamento de operações maiores. No cenário pós-pandemia, no entanto, é possível que cresça a concorrência a partir de investimentos menores, porém nichados. O estudo sugere que, desta forma, exista uma mudança nos moldes do varejo atual, justamente pelas margens de lucros.

O novo modelo, focado nas necessidades da Geração Z e millennials, vai abrir portas para marketplaces de lifestyle, trabalho remoto, economia e serviços.

Mobilidade

Como visto acima, a mobilidade é um dos setores que está sofrendo com a crise do coronavírus, mas continua como um dos mais promissores para os próximos anos. Com as pessoas preferindo cada vez mais pagar para ter seu próprio carro, o uso de aplicativos de corridas virou uma alternativa ao trânsito e ao transporte das grandes cidades.

Com a volta gradual a normalidade, modelos alternativos de transporte e mobilidade urbana se farão necessários, justamente para evitar aglomerações dos transportes públicos.

A proposta de transporte compartilhado é algo que vem atraindo companhias a repensarem seus modelos de negócio e investimentos. Por isso, fabricantes de carros, marcas de combustível, seguros e serviços para este setor estão investindo em alternativas.

Moradia

Até pouco tempo, o máximo de inovação no setor de imóveis era a busca online, mas é um mercado que está pouco a pouco mudando. Atualmente existem aplicativos de corretores online, sites que permitem o aluguel ou compra de imóveis de maneira remota e co-living e co-workings administrados de maneira digital.

Por mais que o setor tenha sofrido baixas durante a pandemia, é um dos que tem mais espaço para crescimento e investimento, atraindo novos consumidores. Assim como no setor de transportes, o uso em conjunto ganha a atenção das novas gerações e as compras fracionadas de um espaço para morar é uma opção mais barata e atrativa.

 

Saúde

Apesar do crescimento, os investimentos em startups e e-commerces relacionados à saúde ainda é pequeno diante da maior fatia do mercado, mostrando oportunidades de crescimento. Com a pandemia, este nicho ainda pouco explorado de farmácias online, planos de saúde e atendimento médico por vídeo teve uma grande procura por parte dos consumidores. Mesmo para problemas não relacionados ao coronavírus.

De acordo com a Doctor.lib, 74% dos médicos cadastrados na base da plataforma disseram que continuarão atendendo de maneira remota mesmo com o fim da pandemia. 80% dos pacientes responderam que também vão adotar as consultas por vídeo no futuro.

O cenário é tão promissor que atraiu a atenção do Google, Amazon e Zoom para investimentos no setor. De acordo com o estudo, Saúde é a área menos digitalizada de todas as exploradas, mas foi uma das que mostrou maior avanço este ano.

Além de possibilitar atendimento médico durante o isolamento, muitas das empresas que se digitalizaram estão fornecendo informações para os pacientes de maneira muito mais acessível.

Trabalho

O estudo mostra que por mais que os números de contratações estejam diminuindo, o mercado pós-Covid-19 apresenta oportunidades para freelancers. O relatório mostra que, nos Estados Unidos e Europa, 20% a 30% do total da força de trabalho atua desta forma, podendo chegar a 50% do total de trabalhadores em 10 anos.

A mudança no cenário de trabalho de maneira tão rápida é ao mesmo tempo responsabilidade da digitalização como um fator que a impulsiona. É nesse cenário que marketplaces de qualificação profissional e oportunidades com projetos e trabalhos se encontra.

À medida que o mercado de trabalho desacelera com a recessão, haverá espaço para um mercado vertical de oportunidades e recuperação econômica.

Educação

Com a crise do coronavírus, escolas e universidades precisaram se reinventar. E não apenas na maneira de ensinar e uso das ferramentas digitais: agora elas precisam se adequar ao mercado e aos preços da educação online.

Para melhorar a qualidade da aula, as empresas de tecnologia estão sendo forçadas a melhorar suas aplicações, pensando em garantir o entendimento das matérias e a “satisfação do cliente”. Para muitas companhias que já vendiam aulas online, a pandemia ser tornou um momento para transformar clientes gratuitos em pagantes e aumentar a prospecção e alcance do conteúdo.

Um dos principais obstáculos nesse setor é supor o quanto de tecnologia o usuário tem a sua disposição. O modelo pode mudar os moldes das universidades norte-americanas, que se tornaram inacessíveis para a população ao longo do tempo.

Fonte: EcommerceBrasil

FaceApp: conheça os riscos de usar o editor de fotos 900 556 suporteoos

FaceApp: conheça os riscos de usar o editor de fotos

Segundo as críticas, o app não informa o que faz com os dados fornecidos pelos usuários

Especialistas alertam para os riscos de usar o aplicativo de edição FaceApp, que viralizou nos últimos dias com o filtro de “mudança de gênero”. Segundo as críticas, o app não informa o que faz com os dados fornecidos pelos usuários — que podem estar alimentando bancos de reconhecimento facial indevidamente.

Desenvolvido pela empresa russa Wireless Lab, o editor tem uma política de privacidade padronizada e que não oferece “efetivamente nenhuma proteção”, como explica o comentarista de tecnologia Stilgherrian ao ABC News.

Na política de privacidade, a companhia diz que utiliza “ferramentas de análise de terceiros para nos ajudar a medir o tráfego e as tendências de uso do serviço. Estas ferramentas reúnem informação enviada pelo seu dispositivo ou pelo nosso serviço, incluindo as páginas web que visita, add-ons, e outra informação que nos ajude a melhorar o serviço.”

Histórico negativo

Em 2019, quando o editor bombou com seu filtro de envelhecimento, uma série de falhas de privacidade foram identificadas. Na ocasião, a empresa esclareceu que os usuários podem solicitar a remoção de dados da nuvem a qualquer momento. Basta acessar Configurações, clicar na aba “Suporte” e a opção aparecerá na tela.

Ao clicar na opção, o seguinte aviso é exibido: “Mesmo sem a solicitação de remoção de dados, todas as fotos são automaticamente excluídas em 48 horas após a última operação de edição”.

FaceApp: usar ou não usar?

Eis a questão. De acordo com o advogado Michael Bradley, para ser vítima de futuros usos de reconhecimento facial, basta ter uma foto em uma plataforma online com seu nome e outros dados de identificação.

Portanto, qualquer um que tenha uma conta pessoal no Facebook ou no Instagram, por exemplo, já é um possível alvo. Assim, o advogado diz que o FaceApp “não acrescenta muito mais perigo”, mas pondera que o consentimento para uso desses dados seria um passo adicional.

Já o presidente da ONG Australian Privacy Foundation, David Vaile, é mais direto. “Resposta curta: não use”, disse ele ao ABC News. Segundo o presidente, a licença é tão flexível que os desenvolvedores podem alegar que você deu permissão para que eles enviem os dados para onde e quem eles quiserem.

Fonte: TecMundo

    Join our Newsletter

    We'll send you newsletters with news, tips & tricks. No spams here.

      Contact Us

      We'll send you newsletters with news, tips & tricks. No spams here.