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WhatsApp lança serviço de pagamentos entre amigos e empresas no Brasil

Agora, os usuários do aplicativo poderão fazer transferências monetárias entre si e pagar produtos ou serviços

O WhatsApp libera a partir desta segunda-feira (15) no Brasil o seu serviço de pagamentos entre amigos e empresas. Agora, os usuários do aplicativo poderão fazer transferências monetárias entre si e pagar produtos ou serviços.

Nesta primeira fase, apenas quem tiver cartões de crédito ou débito do Nubank, do Banco do Brasil e do Sicredi poderão usar o serviço de pagamentos. A responsável pelo processamento de pagamentos será a Cielo.

As pessoas podem transferir até R$ 1.000 por vez e receber até 20 transações por dia com um limite de R$ 5.000 por mês. Apenas transações dentro do Brasil e na moeda local são autorizadas.

Os pagamentos no WhatsApp serão liberados para todos os usuários do aplicativo no Brasil ao longo das próximas semanas. O WhatsApp pretende expandir os pagamentos para outros países em breve.

“Estamos muito animados por disponibilizar os pagamentos no WhatsApp aos nossos usuários em todo o Brasil. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse”, disse Matt Idema, diretor de Operações do WhatsApp.

A escolha do mercado brasileiro para o primeiro lançamento global do serviço de pagamentos não é sem motivo. Após anos de testes na Índia, o serviço veio para o Brasil com foco em pequenos empreendedores.

“O Brasil é um país muitos importante para o WhatsApp. Temos milhões de pessoas usando regularmente o aplicativo. Além disso, centenas de milhares de pequenos negócios estão usando o WhatsApp para interagir com seus clientes”, disse Idema.

Para David Vélez, fundador e presidente do Nubank, a novidade está alinhada com a missão da empresa: reduzir a complexidade na vida das pessoas.

“Com uso de tecnologia, nós encurtamos a distância física que deixava milhões de brasileiros sem acesso a serviços financeiros. Agora, nossos clientes poderão fazer pagamentos no WhatsApp com a mesma facilidade com que conversam com os amigos e sem pagar nada a mais por isso. Com a parceria, tornaremos a experiência dos nossos clientes ainda mais completa, simples e conveniente”, disse Velez.

Já Edson Costa, diretor de meios de pagamentos do Banco do Brasil, ressalta que a instituição já usava o app de mensagens para reduzir a burocracia.

“Os clientes do Banco do Brasil já podiam utilizar o WhatsApp para realizar transações bancárias, como consulta de saldos e liberação do cartão. Oferecer uma solução de pagamento pelo aplicativo era o próximo passo esperado. Além de ser uma ação inovadora, a solução possibilita reduzir a circulação de papel moeda, trazendo segurança e comodidade aos nossos clientes”, afirmou Costa.

Segundo a Cielo, os pagamentos no WhatsApp são ativados pelo Facebook Pay para que, no futuro, as pessoas e empresas possam usar os mesmos dados de cartão em toda família de aplicativos do Facebook. As transferências e pagamentos são protegidos por várias camadas de segurança, como o PIN do Facebook Pay ou a biometria em dispositivos compatíveis.

Para Paulo Caffarelli, presidente da Cielo, a tecnologia vai tirar milhares de empresas da informalidade e ajudar na inclusão financeira. “O lançamento do serviço torna-se ainda mais importante para superarmos o momento delicado provocado pela pandemia”, afirma.

Por que ter pagamentos no WhatsApp?

O WhatsApp sempre foi um aplicativo de mensagens voltado a usuários. Aos poucos, ele começou a adentrar a área das empresas. Primeiro, veio um app para PMEs, o WhatsApp Bussines, depois, a integração a sistemas corporativos de gestão de clientes, como o Zendesk.

Agora, o aplicativo de mais de vinte bilhões de dólares comprado pelo Facebook em 2014 mostra a que veio: ele será a carteira digital de Mark Zuckerberg.

Gigante alemã vai à falência após “inventar” R$ 11 bilhões 900 556 suporteoos

Gigante alemã vai à falência após “inventar” R$ 11 bilhões

Escândalo fez Wirecard perder 90% do valor de mercado e levou seu ex-presidente à prisão

A gigante alemã de pagamentos Wiredcard é pouco conhecida no Brasil, mas nos últimos dias protagonizou um dos maiores escândalos contábeis do século. Nesta quinta-feira, após uma queda de 90% nas ações e de um ex-presidente ter sido preso, a companhia anunciou que pedirá insolvência. Na Alemanha, isso significa que a companhia pode continuar funcionando até encontrar um investidor disposto a adquirir a companhia.

A Wirecard valia 13 bilhões de euros até semana passada e era uma estrela no tradicional mercado alemão de tecnologia. Apesar de ser a maior economia da Europa, a Alemanha tem um mercado financeiro dominado por empresas tradicionais, como grandes montadoras, bancos e indústrias, e ainda tem uma economia menos digitalizada que países europeus como Suécia e Reino Unido.

Neste sentido, a queda da Wirecard é um baque que vai além dos limites da companhia. É a primeira empresa integrante do exclusivo índice Dax, que reúne as 30 maiores da bolsa de Frankfurt, em seus 32 anos de história.

A derrocada começou há uma semana, quando a empresa anunciou que estava faltando 1,9 bilhão de euros em seu caixa (11 bilhões de reais), o que a forçaria a renegociar com bancos e a interromper pagamentos. A inconsistência no balanço coloca em dúvidas o futuro do Wirecard Bank, uma subsidiária promissora no mercado financeiro alemão. No dia 19 de junho, o presidente e principal acionista da empresa, Markus Braun, se afastou em consenso com o conselho de administração. Quatro dias depois, ele foi preso por suspeitas de manipulação de mercado e, depois, liberado após pagar fiança de  milhões de euros.

Em 2018, no último balanço disponível, a Wirecard processou 125 bilhões de euros de pagamentos de cartões de crédito e débito com as bandeiras Visa e Mastercard, o que levou a um faturamento de 2 bilhões de euros. A companhia tinha mais de 250.000 empresas parceiras. Assim como em outras fraudes contábeis, a crise da Wirecard também coloca em escrutínio os auditores — a companhia foi auditada pela EY durante a última década, como informa o jornal Financial Times.

Segundo uma auditoria especial da KPMG, até metade das vendas da Wirecard pode ter ter sido inventada. O foco da aparente fraude eram as operações internacionais da companhia com parceiros obscuros, que compensavam as perdas em outras 40 frentes de negócio domésticas da companhia.

O escândalo também pressiona o grupo japonês Softbank, um dos maiores investidores da Wirecard, com 1 bilhão de dólares em investimentos. Depois de perder bilhões em investimentos em companhias como WeWork e Uber, o Softbank, do bilionário Masayoshi Son, tem mais esse abacaxi para descascar.

Investidores, reguladores, auditores, executivos, parceiros e clientes — a fila de afetados (e, potencialmente, envolvidos) no escândalo da Wirecard só faz crescer.

7 dicas de cuidados com seu ecommerce 900 556 suporteoos

7 dicas de cuidados com seu ecommerce

Abrir um e-commerce não é uma tarefa simples. É preciso criar estratégias e ter muito cuidado ao montar sua loja virtual.

Se você está criando um site de vendas ou já possui um e-commerce funcionando, deve saber que existem alguns cuidados que você precisa tomar com a sua loja virtual. Mas será que você está tomando esses cuidados básicos?

Confira, a seguir, 7 cuidados que você precisa tomar com o seu site de vendas!

    1. Segurança: é importante garantir que a plataforma de e-commerce esteja segura e protegida contra invasões e fraudes. Isso inclui o uso de criptografia de dados sensíveis, como números de cartão de crédito, e implementação de medidas de segurança adicionais, como verificação de dois fatores.
    2. Facilidade de uso: a experiência do usuário é crucial em um e-commerce. As páginas devem ser fáceis de navegar e os processos de compra devem ser simples e intuitivo.
    3. Variedade de produtos: oferecer uma ampla variedade de produtos atrai mais clientes e aumenta as chances de vendas.
    4. Preços competitivos: é importante pesquisar os preços de produtos semelhantes no mercado e estabelecer preços competitivos para atrair clientes.
    5. Opções de pagamento: oferecer várias opções de pagamento, como cartão de crédito, débito, PayPal e outros, aumenta a conveniência para os clientes e pode aumentar as chances de venda.
    6. Atendimento ao cliente: é importante ter um bom atendimento ao cliente para lidar com perguntas, reclamações e outros problemas que possam surgir. Isso pode incluir um sistema de bate-papo ao vivo ou um número de telefone de atendimento ao cliente.
    7. Marketing: é importante promover o e-commerce através de diferentes canais, como redes sociais, anúncios online e parcerias com influenciadores, para atrair novos clientes e aumentar as vendas.

Assim, ao tomar esses cuidados básicos, você pode ter grandes resultados e garantir o sucesso a longo prazo do seu site de vendas.

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